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Fabrícia Mendes
21 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
Piso de borracha: É um piso seguro e extremamente flexível, monolítico, aplicado no local sem rejuntes ou emendas, permitindo uma gama de opções em densidades, designs e cores. É um piso drenante que permite 100% a passagem da água para o solo, colaborando com a permeabilização do solo proporcionando tb às raízes das plantas e árvores a água necessária. É fácil de aplicar, moldado no local, não necessitando de cola ou remoção do piso existente. Pode ser aplicado sobre qualquer tipo de piso, sem sua remoção, mesmo com trincas e defeitos, não gerando resíduos. Economiza mão-de-obra e caçamba de resíduos. É resiliente porém firme, monolítico (sem costura), sem emendas e sem rejuntes. Esse sistema oferece uma gama de aplicações, com acabamento e beleza final incomparáveis às mantas, tapetes, placas e bloquetes de borrachas comuns no mercado. Principais usos: Aplicável em calçadas, caminhos, pistas de corrida e caminhadas, pista de trakking, beiras de piscinas, spas e ofurôs, playground e áreas de recreação infantil. Feito de: 100% pneu reciclado, conta com proteção UV e antichama, o que proporciona inúmeras vantagens sobre o concreto e demais pisos. Vantagens: Luta contra o aquecimento global. Absorve e retém menos calor que o concreto, resultando em conforto térmico. Drenante, aumentando a permeabilidade do solo em chuvas. Por ser antiderrapante, reduz as quedas e por ser resiliente, causa menos danos físicos. Confortável para correr, andar, reduzindo os impactos nas articulações. Reduz o barulho nas ruas, por absorver os sons. Isolante térmico e acústico. Visualmente atrativo. Disponível em várias cores, possibilitando a composição de desenhos. Preserva as árvores reduzindo a necessidade de remoção e por promover maior umidificação das raízes. Sem costura, sem emendas ou rejuntes. Várias densidades e cores para diferentes aplicações, cores uniformes. Pode ser aplicado sobre cimento, madeira, cerâmica etc. Limpo e não tóxico. Bonito. Sem manutenção e fácil limpeza. Não descola. Antiderrapante. Não atrai nem mantém a umidade. Reduz poeira, musgos e fungos. Não atrai gatos, cachorros ou insetos. Econômico, dura anos. Valoriza o ambiente. A borracha usada no piso ajuda a reciclar, 4 pneus por metro quadrado, uma pequena parte dos 54.000.000 de pneus produzidos no Brasil anualmente. Fabricantes: http://www.pisoleve.com.br/ http://www.gramasinteticas.com.br/
Piso de Borracha content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Revestimentos
Se você procura algo diferente e que fuja do tradicional o piso de bambu é a melhor opção, além de ser fabricado com material prima renovável é um piso mais resistente que a maioria dos outros pisos de madeira. Embora muitas características do bambu sejam semelhantes à madeira, ele possui elevado teor de fibras, que o torna mais denso e resistente. O teste normalmente utilizado para definir a dureza de uma espécie de madeira, é o teste de dureza Janka, no qual é medida a força necessária para enterrar até a metade do diâmetro de uma bola de aço de 0,444 polegadas num pedaço de madeira (de topo ou na superfície). Instalação Fácil e Rápida Na instalação do piso bambu o seu contra piso necessita estar totalmente nivelado e tratado com impermeabilizantes. As réguas são posicionadas sobre a cola e acopladas com encaixe macho e fêmea nos quatro lados para facilitar a colocação. O piso de bambu é um piso pronto, ou seja, já vem tratado e com acabamento de fábrica, o que permite uma instalação imediata sem necessidade de operações no local, evitando sujeira e pó durante a colocação. A instalação do piso de bambu pode ser realizada de várias formas, com pregos, cola ou de maneira flutuante. Design Único Com característica e aparência similar ao piso de madeira, o piso de bambu apresenta um design natural e único devido ao aspecto agradável das ripas (ou lâminas) prensadas. Piso de bambu trará beleza e requinte a sua residência. Por ser um produto natural o piso de madeira bambu pode sofrer variações nas tonalidades de régua para régua. Possui acabamento opaco ou com brilho. Ecologicamente Correto O bambu é classificado como gramínea e cresce mais rápido que uma árvore. Em quatro ou cinco anos o bambu já está pronto para colheita, enquanto uma árvore demora décadas para chegar à maturidade. O Bambu é autossuficiente, reproduz-se anualmente e oferece diversidade ecológica como um recurso sustentável. O piso bambu é produzido normalmente com matéria prima importada, os bambus encontrados em nosso país possuem altas taxas de amido em sua composição e o amido neste caso traz problemas ao processo de produção do piso. Por conta de fatores como este o valor do piso de bambu em comparação com outros produtos é mais elevado, mas em contra partida possui mais qualidade e vida útil que outros. Por ser um produto muitas vezes importado pode deixar de ser tão ecológico por causa da poluição gerada com transporte. Manutenção Para limpar o piso deve-se utilizar apenas um pano úmido e em seguida um pano seco em toda a superfície. O piso de bambu é higiênico e antialérgico, e não causa problemas de caráter respiratório. Fonte: http://www.neobambu.eco.br/ http://www.portaldosassoalhos.com.br/piso-de-madeira-bambu.shtml
Piso de Bambu content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
SUCESSOS DA ENGENHARIA 2.000 DC - Holanda - HOUSEBOATS, as casas flutuantes de Amsterdam. Não por acaso se trata dos Países Baixos: a Holanda está sempre procurando formas de lutar contra a ameaça das águas. Sua nova arma são as casa anfíbias. Durante séculos, os holandeses construíram diques para proteger-se do mar. Agora que se preveem inundações mais frequentes devido à mudança do clima mundial, resolveram aprender a conviver com o mar ao invés de mantê-lo à distância. Essa mudança de atitude reflete-se num novo projeto de casas em Maasbommel, a cerca de 100 quilômetros a oeste de Amsterdã. É uma comunidade de casas anfíbias. Ao contrário das casas flutuantes ancoradas nos canais holandeses, ou das aldeias flutuantes da Ásia, essas casas são construídas em terreno firme. Mas são projetadas para flutuar em caso de inundações. Elas foram fabricadas em madeira leve e com base de granito oca, o que permite a flutuação. Sem partes fixas de cimento, a estrutura está apenas depositada sobre o solo e ajustada a postes de 5 metros de altura com anéis deslizantes, o que permite que acompanhe a subida da água. Todos os cabos elétricos e os encanamentos de água e saneamento são feitos em tubos flexíveis e vão dentro dos postes de sustentação. “Elas são como qualquer outra casa”, diz o construtor, Has van de Beek. “A única diferença é que, quando sobe a água, sobe a casa.” Por isso, durante períodos de subida das marés, os moradores precisarão de um bote para ir do dique, onde estacionam seus carros, até a casa. Durante mais de mil anos, os holandeses desenvolveram técnicas para conter o mar e ganhar terreno sobre ele. Os vertedouros de terra e as bombas de desaguar, movidas por moinhos, criaram áreas secas roubadas às águas, chamadas polders, onde se ergueram cidades, pastos e campos de cultivo. Se não fosse por seu sistema de diques e canais, hoje metade da Holanda já teria submergido. O país tem padecido de graves inundações na última década, especialmente em 1993 e 1995, que causaram danos de milhões de dólares. Em 1953, mais de 1.800 pessoas morreram durante uma inundação que é lembrada simplesmente como “o desastre”.
Casas Anfíbias content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
O conceito de sustentabilidade está relacionado com a integração de três aspectos distintos: ambiental, econômico e social. Quando o termo é aplicado na construção civil, ele deve estar presente desde o início, ainda na elaboração do projeto, e acompanhar todo o funcionamento do empreendimento. Assim, não só os arquitetos, projetistas e engenheiros devem estar familiarizados com o tema e cientes da sua necessidade e aplicabilidade, mas também os consumidores, na medida em que fazem um investimento inicial maior, porém com um baixo custo de funcionamento e um retorno ambiental garantido a longo prazo. A construção sustentável não é apenas sinônimo de tecnologia de ponta e de alto custo, como o conceito ZEB (Zero Energy Building), no qual o prédio gera a energia que consome. Mas, também, de atendimento a pequenos detalhes que fazem a diferença ao diminuírem o desperdício e, ainda, potencializarem o desempenho dos recursos empregados. O reaproveitamento da água doméstica e a utilização das águas pluviais para a irrigação do paisagismo e para o abastecimento das bacias sanitárias são exemplos de soluções sustentáveis. As práticas sustentáveis devem ser priorizadas em cinco pontos: projeto e desempenho, insumos, resíduos, desenvolvimento urbano e relacionamento. No quesito projeto e desempenho, deve ser considerado o uso racional dos recursos naturais na concepção dos empreendimentos. Dessa forma, é possível construir de modo a utilizar a iluminação e a ventilação natural, bem como usar fontes de energia renováveis, garantindo eficiência energética. Quanto aos insumos, deve-se priorizar a madeira de reflorestamento e a utilização de produtos (areia e brita) de empresas licenciadas. No tópico resíduo, é mencionada a Resolução CONAMA 307/02, a qual estabelece critérios para essa gestão na construção civil. Assim, os resíduos de demolições e das fases da obra devem ser encaminhados para beneficiadores licenciados. Por fim, os quesitos desenvolvimento urbano e relacionamento dizem respeito ao parcelamento do solo, minimizando-se a supressão de vegetação nativa, e à adoção de uma postura proativa na conscientização ambiental e divulgação do protocolo.
Green Building content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
A ecoeficiência pode ser obtida através da união entre, o fornecimento de bens e serviços sustentáveis a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas, e assim, promove a redução dos impactos ambientais e de consumo de recursos naturais. No âmbito da poluição ambiental, um sistema ecoeficiente é aquele que consegue produzir mais e melhor, com menores recursos e menores resíduos. Para tal, pressupõem-se oito elementos fundamentais para a ecoeficiência: Minimizar a intensidade de materiais dos bens e serviços. Minimizar a intensidade energética de bens e serviços. Minimizar a dispersão de tóxicos. Fomentar a reciclabilidade dos materiais. Maximizar a utilização sustentável de recursos renováveis. Estender a durabilidade dos produtos. Aumentar a intensidade de serviço dos bens e serviços. Promover a educação dos consumidores para um uso mais racional dos recursos naturais e energéticos. Exemplos de medidas: Substituir equipamentos convencionais por produtos com fechamento automático ajuda a amenizar o problema de escassez da água. Optar por formas alternativas de geração de energia. Implantar sistema de iluminação automático, reduzindo, gastos supérfluos de luz. Substituir lâmpadas convencionais por lâmpadas de baixo consumo. Separar os resíduos. Resíduos sólidos devem ser reduzidos, reciclados e reutilizados. Fazer a compostagem de resíduos orgânico. Desenvolver ações sociais, envolvendo a comunidade local e, se possível, expandir os programas à toda a sociedade. Políticas de reflorestamento. Implantar um sistema de gestão ambiental em uma empresa, diminui custos, evita riscos ambientais, acaba com o diferencial competitivo, evita riscos à saúde dos funcionários e clientes, alcança a conformidade legal, reduz a poluição, garante a manutenção de recursos naturais e motiva as pessoas envolvidas a engajarem nas questões ambientais.
Ecoeficiência content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
Bioconstrução é o termo utilizado para se referir a construções onde a preocupação ecológica está presente desde sua concepção até sua ocupação. Já na concepção, as bioconstruções valem-se de materiais que não agridam o ambiente de entorno, pelo contrário: se possível, reciclam materiais locais, aproveitando resíduos e minimizando o uso de matéria-prima do ambiente. Todo projeto foca no máximo aproveitamento dos recursos disponíveis com o mínimo de impacto. O tratamento e reaproveitamento de resíduos, coleta de águas pluviais, uso de fontes de energia renováveis e não-poluentes, aproveitamento máximo da iluminação natural em detrimento da artificial, são exemplos de preocupações na concepção desses projetos. A residência nas bioconstruções também segue a filosofia de responsabilidade ambiental dos seus ocupantes. A bioconstrução não se resume à construção em si, mas pode incluir os materiais e o processo de produção da mobília, o uso de agentes biológicos para prover condições de habitação, como no caso dos telhados verdes, e o estilo de vida proposto pela arquitetura dos ambientes.
Bioconstrução content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis. A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia. Permacultura tem na sua relação com a atividade agrícola uma síntese das práticas tradicionais com ideias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar. E, neste ponto encontra paralelos com a Agricultura Natural, que sendo difundida intencionalmente pelas pesquisas do japonês Masanobu Fukuoka por todo o mundo, chegaram as mãos dos senhores fundadores da permacultura e foram por eles desenvolvidas. A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial. Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável. A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de autoprodução dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis. Pode se dizer que os três pilares da Permacultura são: Cuidado com a Terra, Cuidado com as Pessoas e Repartir os excedentes.
Permacultura content media
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Fabrícia Mendes
12 de dez. de 2021
In Curiosidades e Construção
Existem várias técnicas e opções para a construção da câmara de compostagem, o que vai depender do local e da mão de obra disponível. Existem opções pré-fabricadas em fibra de vidro, alternativas de moldar o mesmo in loco com concreto e tela de galinheiro, e até mesmo com reaproveitamento de tonéis metálicos ou plásticos. Os sanitários secos exigem algumas características básicas que devem ser observadas no processo de construção e uso. O receptáculo de dejetos deve ser estanque, de modo a evitar a contaminação do solo e, por consequência, os lençóis freáticos. Também deve possuir um tubo de ventilação, normalmente pintado de preto e na altura dos ventos, que faz a sucção do ar aquecido e, assim, a eliminação de qualquer mau cheiro. A cada utilização do sanitário seco, é importante recobrir os excrementos com folhas secas ou serragem, ajudando na formação da massa a ser compostada, absorção dos líquidos, e as tampas devem ser sempre vedadas, evitando a entrada de insetos. O processo de compostagem pode durar de seis meses a um ano, quando enfim é retirado o adubo orgânico em forma de terra preta, que pode ser levado a um minhocário para transformação final em húmus, ou até mesmo ser lançado em pomares, jardins, etc. O mais importante deste sistema, além de fechar um ciclo de consumo e destinação totalmente sustentável aos dejetos humanos, problema grave para nosso meio ambiente, é a economia e o uso racional da água, que se torna um diferencial considerável neste processo. Caso uma família de quatro pessoas, adote um sistema de saneamento baseado na compostagem, haveria, pelo menos, a economia anual de 65.700 litros de água tratada e potável que seriam perdidas esgoto abaixo. Vantagens: 1 - Não utiliza água para descarga. 2 - Não produz efluente. 3 - Não transfere para os solos e rios os patógenos associados às fezes humanas. 4 - Não tem mal cheiro. 5 - O material compostado vira um adubo orgânico para agroflorestas ou alimentos para que as minhocas produzam seu poderoso húmus.
Sanitários Secos content media
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Fabrícia Mendes
29 de set. de 2020
In Curiosidades e Construção
Bem-vindo ao Les Croquis Responde. Veja aqui algumas curiosidades sobre arquitetura e interiores. Ficamos feliz em ter você aqui conosco! É muito bom ver que vocês tem dúvidas e estão atrás de esclarecimentos e também que compartilhamos curiosidades sobre assuntos em comum. Este local é para falarmos sobre nossas curiosidades e dúvidas na construção civil, ou seja, falarmos sobre tecnologia na construção, automação residencial, construção verde e também de materiais internos para revestimento. Essa local foi criado para você. Faça perguntas e compartilhe suas necessidades. Por favor, vamos manter o ambiente amistoso. Você também pode compartilhar esses posts com seus amigos nas redes sociais.
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Fabrícia Mendes

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